E Paul veio e foi.
Não chorei só na Let'em In. Chorei em todas as músicas. Copiosamente na Something e na Here Today, as duas que ele dedicou aos beatles mortos.
Nas demais, fiquei agradecendo internamente por estar ouvindo as músicas. Por ter tido a honra de estar lá.
O show foi o melhor da vida por diversos motivos:
1. Teve uma puta energia boa. Sem brigas, sem desavenças. Todos na mesma sintonia.
2. Teve as músicas que mais queria ouvir ao vivo.
3. Teve amizades instantâneas que me valeram muito.
4. Teve a alegria dos meus irmãos, felizes demais de estarem lá.
5. Teve choro bom, desses que lavam a alma.
E não me importo se é "só" um ex-beatle, se não eram os Beatles de verdade, se Paul está velho. Era o Paul, e isso me bastava profundamente. Eu fui pra ver ele, fui pra ouvir as versões dele das músicas dos Beatles, fui pra ouvir as músicas que ele fez nos Wings. Fui por ele, não pelos Beatles.
E estou extremamente feliz e radiante com isso.
Porque mudou meu humor. Me fez lavar a alma, de verdade.
Porque me retomou a crença em muitas coisas.
Acho que era exatamente isso que eu precisava na minha vida.
Obrigada, Paul. De coração.
ps.: Eu já fui a muitos shows nesta vida. De todo tipo de música. Todos de ídolos, de artistas que me balizam a vida. O show do Paul foi, de longe, o mais intenso.
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Samba
Acho que muita gente já ouviu que São Paulo é o túmulo do samba. Frase esta cunhada por Vinícius de Morais e repetida na "Sampa", de Caetano Veloso.
Bom, não foi isso que vi nesse fim de semana aqui na capital. Apesar de gostar mais de rock do que de outras vertentes musicais, sempre abro espaço pra música de qualidade. E, por isso mesmo, fiquei um bom tempo no sábado na ladeira São Bento vendo o povo sambando ao som de um grupo musical.
Nesse domingo, repeteco de samba. Domingo no parque Ibirapuera, de manhãzinha, show em homenagem aos 100 anos de Adoniran Barbosa, que foi acompanhado por um bom tempo pelos Demônios da Garoa, que existe desde 1943, o mais antigo grupo vocal do mundo. E estavam lá tanto os Demônios quanto Roger (do Ultraje a Rigor), Vania Bastos, Língua de Trapo.
E, pra surpresa geral, o "Arnesto" foi convidado e também apareceu! "Arnesto" (cujo nome verdadeiro é Ernesto, claro) é o cara imortalizado no "Samba do Arnesto", amigo de Adoniran desde os tempos que morava no Brás. Aos 95 anos, se mostrou muito lúcido, relembrou a passagem da vida que deu origem ao samba e chorou ao receber inúmeros aplausos. Confesso que, quando anunciaram o nome dele, escorreram algumas lágrimas do meu rosto...
Não sei qual a repercussão de Demônios da Garoa fora da capital, mas tô pra ver algo mais paulistano que eles. A prova de que, se São Paulo é o túmulo do samba, eles são os melhores coveiros que existem.
Enfim, show muito bom, muitas músicas boas, homenagem muito bem feita. Um domingo no parque muito agradável e de lavar a alma.
Bom, não foi isso que vi nesse fim de semana aqui na capital. Apesar de gostar mais de rock do que de outras vertentes musicais, sempre abro espaço pra música de qualidade. E, por isso mesmo, fiquei um bom tempo no sábado na ladeira São Bento vendo o povo sambando ao som de um grupo musical.
Nesse domingo, repeteco de samba. Domingo no parque Ibirapuera, de manhãzinha, show em homenagem aos 100 anos de Adoniran Barbosa, que foi acompanhado por um bom tempo pelos Demônios da Garoa, que existe desde 1943, o mais antigo grupo vocal do mundo. E estavam lá tanto os Demônios quanto Roger (do Ultraje a Rigor), Vania Bastos, Língua de Trapo.
E, pra surpresa geral, o "Arnesto" foi convidado e também apareceu! "Arnesto" (cujo nome verdadeiro é Ernesto, claro) é o cara imortalizado no "Samba do Arnesto", amigo de Adoniran desde os tempos que morava no Brás. Aos 95 anos, se mostrou muito lúcido, relembrou a passagem da vida que deu origem ao samba e chorou ao receber inúmeros aplausos. Confesso que, quando anunciaram o nome dele, escorreram algumas lágrimas do meu rosto...
Não sei qual a repercussão de Demônios da Garoa fora da capital, mas tô pra ver algo mais paulistano que eles. A prova de que, se São Paulo é o túmulo do samba, eles são os melhores coveiros que existem.
Enfim, show muito bom, muitas músicas boas, homenagem muito bem feita. Um domingo no parque muito agradável e de lavar a alma.
domingo, 29 de novembro de 2009
Ride, Sally, ride!
O domingo prometia chuva, mas não choveu tanto quanto eu imaginava. Garoou um pouco, abriu um sol de lascar, mas até umas 17h, nada de chuva. O que era bom, porque eu tava a caminho do Parque da Independência ver uma das lendas do blues e uma das divas do jazz.
Sempre fui uma grande estusiasta de shows de qualidade ao ar livre e gratuito. E nem é tanto pelo lance econômico da coisa toda, mas sim pela democratização da cultura e pelo livre acesso a todos. Comparando os shows pagos com os gratuitos, percebo (em todos os shows que já fui) que há pessoas muito mais comprometidas com a música que tá tocando nos gratuitos do que nos pagos. O que é, de certa forma, incrível. Mas não vou me deter neste ponto.
Chegando lá no Parque, um bocado de gente pronta a assistir a primeira atração, Dianne Reeves. Voz firme, banda impecável. Muita gente se emocionando, muita gente surpresa por não ter conhecido essa voz antes (eu inclusa). Músicas lindas, com toques africanos misturados com a elegância do jazz. Falou com o público, agradeceu inúmeras vezes, pediu para cantarmos as mais conhecidas. Som recomendadíssimo, desde já.
Dianne Reeves
Sempre fui uma grande estusiasta de shows de qualidade ao ar livre e gratuito. E nem é tanto pelo lance econômico da coisa toda, mas sim pela democratização da cultura e pelo livre acesso a todos. Comparando os shows pagos com os gratuitos, percebo (em todos os shows que já fui) que há pessoas muito mais comprometidas com a música que tá tocando nos gratuitos do que nos pagos. O que é, de certa forma, incrível. Mas não vou me deter neste ponto.
Chegando lá no Parque, um bocado de gente pronta a assistir a primeira atração, Dianne Reeves. Voz firme, banda impecável. Muita gente se emocionando, muita gente surpresa por não ter conhecido essa voz antes (eu inclusa). Músicas lindas, com toques africanos misturados com a elegância do jazz. Falou com o público, agradeceu inúmeras vezes, pediu para cantarmos as mais conhecidas. Som recomendadíssimo, desde já.
Dianne ReevesLogo em seguida, às 17:20, começa o show do Buddy Guy. O cara que foi considerado, por Jeff Beck, Eric Clapton, Jimi Hendrix, dentre outros, um dos melhores guitarristas já existentes. Levando isso em consideração, imaginava um cara extremamente virtuoso. E de fato, ele é, mas sem a chatice que podemos imaginar. Tocou a guitarra de costas, com a barriga, com a baqueta roubada do baterista, com os dentes, mas sempre demonstrando muita alegria e levando tudo na brincadeira. Saiu do palco, chegou a 50 metros de onde eu tava na platéia, acompanhando a banda e tocando, com a ajuda de um fio gigante ligado na guitarra. Falou com amor da cidade de São Paulo, arriscou um obrigado em português (o que sempre leva a multidão brasileira ao delírio) e tocou de maneira magnífica.
Buddy Guy
Buddy GuyAh, sim. A chuva resolveu aparecer bem no começo do show do Buddy Guy. E uma chuva torrencial, que durou as primeiras quatro músicas. Mas que só serviu para lavar ainda mais a alma do povo que tava lá, se encharcando e curtindo um dos melhores sons que já ouvi ao vivo. E, apesar de estar com meu guarda-chuva na bolsa, fiz questão de esquecer ele lá e me divertir na chuva.
Se bem me lembro, não tinha ido a nenhum show esse ano. E esse nem foi tão comentado pela mídia, já que foi ofuscado pela avalanche de shows de grupos mais famosos nesse fim de ano. Mas nem por isso o público foi menor. Quando estava saindo de lá, ao chegar no ponto mais alto do Parque, a quantidade era tanta que fiquei bem surpresa de ter tanta gente conhecedora de música boa e que foi lá não porque o show era gratuito, mas sim pela qualidade. Porque era tanta gente comentando de tal música, de tal baixista, que pareciam íntimos dos ícones a muito tempo.
Só de ouvir todo mundo (sem exceção) cantando "Hoochie Coochie Man" e "Mustang Sally", já dava a sensação de que eu estava mesmo em casa.
Foi o show pra fechar bem o fim de semana tranquilo e sem álcool (depois de uma pequena reflexão e também de algumas "broncas"). Foi o show pra fechar bem o ano, já que desisti de ir ao dos Beach Boys. Foi o show que valeu a pena ter ido sozinha e me deparar com tanta gente igual a mim. A muito tempo isso não acontecia....e como foi bom!
PS.: tinha ido, sim, a mais shows este ano. Do Beto Guedes, do Kraftwerk e do Radiohead.
Se bem me lembro, não tinha ido a nenhum show esse ano. E esse nem foi tão comentado pela mídia, já que foi ofuscado pela avalanche de shows de grupos mais famosos nesse fim de ano. Mas nem por isso o público foi menor. Quando estava saindo de lá, ao chegar no ponto mais alto do Parque, a quantidade era tanta que fiquei bem surpresa de ter tanta gente conhecedora de música boa e que foi lá não porque o show era gratuito, mas sim pela qualidade. Porque era tanta gente comentando de tal música, de tal baixista, que pareciam íntimos dos ícones a muito tempo.
Só de ouvir todo mundo (sem exceção) cantando "Hoochie Coochie Man" e "Mustang Sally", já dava a sensação de que eu estava mesmo em casa.
Foi o show pra fechar bem o fim de semana tranquilo e sem álcool (depois de uma pequena reflexão e também de algumas "broncas"). Foi o show pra fechar bem o ano, já que desisti de ir ao dos Beach Boys. Foi o show que valeu a pena ter ido sozinha e me deparar com tanta gente igual a mim. A muito tempo isso não acontecia....e como foi bom!
PS.: tinha ido, sim, a mais shows este ano. Do Beto Guedes, do Kraftwerk e do Radiohead.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
A Virada que vou perder
É, esse ano não vai dar. Fui em todas que teve até agora, mas a Virada Cultural desse ano eu perco. Por um bom motivo, mas mesmo assim, vai fazer falta.
Se eu fosse, daria prioridade a isso aqui (como se eu tivesse muita influência....):
18:10 - Jon Lord (Av. São João)
19:00 - Tutti Frutti (Praça da República)
20:30 - Farufyno (Av. Rio Branco)
21:00 - Geraldo Azevedo (Av. São João)
00:00 - Camisa de Vênus (Praça da República)
02:10 - Velhas Virgens (Praça da República)
03:00 - Tim Maia (Av. São João)
06:00 - Violeta de Outono (Teatro Municipal)
12:00 - Nação Zumbi (Praça da República)
15:00 - Novos Baianos (Av. São João)
15:50 - Sitar Hendrix (Praça da República)
17:20 - Ike Willis (Praça da República)
18:00 - Beto Guedes (Teatro Municipal)
Ficadica!
Se eu fosse, daria prioridade a isso aqui (como se eu tivesse muita influência....):
18:10 - Jon Lord (Av. São João)
19:00 - Tutti Frutti (Praça da República)
20:30 - Farufyno (Av. Rio Branco)
21:00 - Geraldo Azevedo (Av. São João)
00:00 - Camisa de Vênus (Praça da República)
02:10 - Velhas Virgens (Praça da República)
03:00 - Tim Maia (Av. São João)
06:00 - Violeta de Outono (Teatro Municipal)
12:00 - Nação Zumbi (Praça da República)
15:00 - Novos Baianos (Av. São João)
15:50 - Sitar Hendrix (Praça da República)
17:20 - Ike Willis (Praça da República)
18:00 - Beto Guedes (Teatro Municipal)
Ficadica!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Shows brasileiros
Já que eu não comentei muito do show do Beto Guedes, tava vendo como postar aqui, e relembrando todos os brazucas que já vi em show. Ou a maioria, a memória não funciona tão bem assim.
Vamos lá:
- Chico Buarque: visto em 1999, na turnê "As cidades" e em 2006, na turnê "Carioca". Pra quem não conhece, o show é chato. Chico fica lá, sentado no banquinho cantando e tocando violão. Pra quem é fã, ir num show dele lava a alma. Músicas de décadas atrás misturada com músicas novas, músicos competentes, platéia apaixonada. De longe, um dos melhores shows que fui. E que iria de novo e de novo.

- Caetano Veloso: visto em....2004, na festa de 450 anos da cidade de São Paulo. O lugar foi muito mais legal que o show: esquina da Ipiranga com a São João. Até metade do show tava bom demais, muitos clássicos. Mas daí ele calhou de chamar o Rapin Hood e a coisa desandou. A única boa foi "Haiti", como não poderia deixar de ser.

- Rita Lee: também em 2004, no Avon Women in Concert - Parque do Ibirapuera. Acompanhada de orquestra sinfônica e tudo. Gosto muito da fase antiga da Rita Lee, e ela cantou várias da fase Mutantes. Algumas bem mais novas na época e algumas da fase Tutti Frutti também. Me lembro que gostei bastante do show, talvez por causa do público muito bom que estava lá, acompanhando e cantando junto.

- Doces Bárbaros (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethania): isso foi em 2002, também no Parque Ibirapuera. Pra variar, e como não poderia deixar de ser, músicas da década de 70, quando eles se reuniram pela primeira vez sob a mesma alcunha. E, entremeada, músicas das carreiras solo de cada um. Por isso, o show durou absurdamente 3 horas, cujo final foi marcado por uma chuva torrencial repleta de raios. Mas foi bom demais!

- Lô Borges: o ano eu não vou lembrar, deve ter sido em 2003, no shopping Boa Vista, Santo Amaro. Nunca vi maiores repercussões desse show na net, nem mesmo agora. Mas era ele, com a rickenbacker e tudo, cantando quase tudo que pedíamos. Por não ser tão famoso e pelo lugar extremamente afastado, foi o show mais intimista que fui. Fãs dedicados que adoravam cantar junto. Foi meu primeiro contato espontâneo com o Clube da Esquina, show pra marcar na memória e no coração pra sempre.

- O Terço: Sergio Hinds, Flavio Venturini e Magrão nos shows com a formação mais conhecida e que gravou os maiores sucessos da banda. Todos em sintonia com a galera do que convencionou-se chamar de "rock rural", clássicos atrás de clássicos. Foi lindo vê-los cantando juntos de novo, e demonstrando o maior prazer do mundo em estar lá.

- Beto Guedes: agora, em abril de 2009, como comentado aí embaixo. Como não poderia deixar de ser, muitas histórias, músicos competentes, a voz que não muda e muitos clássicos, além de uma do Chico Buarque no meio. Apesar de ter sido num auditório de SESC, ele conseguiu criar um clima de proximidade muito bom, que fez a gente gostar muito mais.

E é isso. Deixei de fora os da Virada Cultural, que além de serem mais vários, já foram comentados no meu antigo blog (veja aqui, se quiser. Só vasculhar lá). E devo ter deixado mais algum que não tô me lembrando....mas os marcante foram esses.
Vamos lá:
- Chico Buarque: visto em 1999, na turnê "As cidades" e em 2006, na turnê "Carioca". Pra quem não conhece, o show é chato. Chico fica lá, sentado no banquinho cantando e tocando violão. Pra quem é fã, ir num show dele lava a alma. Músicas de décadas atrás misturada com músicas novas, músicos competentes, platéia apaixonada. De longe, um dos melhores shows que fui. E que iria de novo e de novo.

- Caetano Veloso: visto em....2004, na festa de 450 anos da cidade de São Paulo. O lugar foi muito mais legal que o show: esquina da Ipiranga com a São João. Até metade do show tava bom demais, muitos clássicos. Mas daí ele calhou de chamar o Rapin Hood e a coisa desandou. A única boa foi "Haiti", como não poderia deixar de ser.

- Rita Lee: também em 2004, no Avon Women in Concert - Parque do Ibirapuera. Acompanhada de orquestra sinfônica e tudo. Gosto muito da fase antiga da Rita Lee, e ela cantou várias da fase Mutantes. Algumas bem mais novas na época e algumas da fase Tutti Frutti também. Me lembro que gostei bastante do show, talvez por causa do público muito bom que estava lá, acompanhando e cantando junto.

- Doces Bárbaros (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethania): isso foi em 2002, também no Parque Ibirapuera. Pra variar, e como não poderia deixar de ser, músicas da década de 70, quando eles se reuniram pela primeira vez sob a mesma alcunha. E, entremeada, músicas das carreiras solo de cada um. Por isso, o show durou absurdamente 3 horas, cujo final foi marcado por uma chuva torrencial repleta de raios. Mas foi bom demais!

- Lô Borges: o ano eu não vou lembrar, deve ter sido em 2003, no shopping Boa Vista, Santo Amaro. Nunca vi maiores repercussões desse show na net, nem mesmo agora. Mas era ele, com a rickenbacker e tudo, cantando quase tudo que pedíamos. Por não ser tão famoso e pelo lugar extremamente afastado, foi o show mais intimista que fui. Fãs dedicados que adoravam cantar junto. Foi meu primeiro contato espontâneo com o Clube da Esquina, show pra marcar na memória e no coração pra sempre.

- O Terço: Sergio Hinds, Flavio Venturini e Magrão nos shows com a formação mais conhecida e que gravou os maiores sucessos da banda. Todos em sintonia com a galera do que convencionou-se chamar de "rock rural", clássicos atrás de clássicos. Foi lindo vê-los cantando juntos de novo, e demonstrando o maior prazer do mundo em estar lá.

- Beto Guedes: agora, em abril de 2009, como comentado aí embaixo. Como não poderia deixar de ser, muitas histórias, músicos competentes, a voz que não muda e muitos clássicos, além de uma do Chico Buarque no meio. Apesar de ter sido num auditório de SESC, ele conseguiu criar um clima de proximidade muito bom, que fez a gente gostar muito mais.

E é isso. Deixei de fora os da Virada Cultural, que além de serem mais vários, já foram comentados no meu antigo blog (veja aqui, se quiser. Só vasculhar lá). E devo ter deixado mais algum que não tô me lembrando....mas os marcante foram esses.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Just a Fest
Mais um festival de música, mais shows muito bons. Aconteceu nesse fim de semana, no dia 22 de março, e agora são 4 da manhã da segunda, dia 23, e já me deu vontade de ficar ouvindo Radiohead e Kraftwerk por aí, de novo.
Mas, vamos por partes:
Los Hermanos: não vou perder meu tempo com isso.
Kraftwerk: era a banda que eu mais tava empolgada pra ver, porque não é qualquer banda dos anos 70 e de cunho eletrônico que me apaixono. E se você não conhece Kraftwerk, não sabe o que está perdendo. O show deles foi bem tranquilo, na tradição deles de ficarem lá, com computadores (ou sei lá o que), sem dançar, nem nada (se bem que balançaram a perna nas últimas músicas, hehe). Mesmo assim, valeu cada minuto. Ainda mais com os clipes tipicamente oitentistas, temas humanos e intensos, e batida eletrônica da melhor qualidade. Pena que foi só uma hora, mas amanhã mesmo já coloco Autobahn pra tocar aqui em casa e no mp3 player!
foto do UOL
Mas, vamos por partes:
Los Hermanos: não vou perder meu tempo com isso.
Kraftwerk: era a banda que eu mais tava empolgada pra ver, porque não é qualquer banda dos anos 70 e de cunho eletrônico que me apaixono. E se você não conhece Kraftwerk, não sabe o que está perdendo. O show deles foi bem tranquilo, na tradição deles de ficarem lá, com computadores (ou sei lá o que), sem dançar, nem nada (se bem que balançaram a perna nas últimas músicas, hehe). Mesmo assim, valeu cada minuto. Ainda mais com os clipes tipicamente oitentistas, temas humanos e intensos, e batida eletrônica da melhor qualidade. Pena que foi só uma hora, mas amanhã mesmo já coloco Autobahn pra tocar aqui em casa e no mp3 player!
foto do UOLRadiohead: banda esperada por 90% da galera que tava lá. Extremamente educados, receptivos e agitadores! A banda "dos/para depressivos" soube ser muito mais gentil que muita banda "da galera" por aí, conversou em português (o já tradicional "obrigado" foi repetido muitas vezes). Thom Yorke se mostrou um amor de pessoa, e de presença de palco incrível. Outro destaque, muito muito bacana, era a luz que se fundia com a música e dava o tom. Fã que é fã de Radiohead sabia pela cor da luz que música ia tocar (e isso é sério, mas pena que não sou fã dos caras a esse ponto). Show muito bom, com muitas músicas novas, e muitos clássicos. Fake Plastic Tree e Creep tavam lá, no bis e tal. Lavou a alma de muita gente que esperava por um show deles. Pra mim, só faltou No Surprises, mas o restante fez valer tudo.
foto daqui
O lugar do festival foi muito bom, banheiros limpos, lugar agradável, a pena é que é fora de mão total pra muita gente. Eu nunca vou de carro pra esses shows, mas dessa vez fui com um amigo meu. O preço do "estacionamento oficial" era uma facada pelo tanto de desorganização. Ficamos cerca de 1 hora só pra sair dele, o lado positivo é que, com essa demora toda, o trânsito nas imediações já tava bem tranquilo.
Agora, de volta à vida....
ps.: continuando a "tradição", um dia antes do meu aniversário vai ter show bom demais. 5 de abril, Beto Guedes no SESC Pinheiros, a 10 reais (a meia). Em 2001, 5 de abril, teve Mark Knoplfer. Em 2008, 5 de abril teve Black Label Society e Ozzy Osbourne. Continua assimq ue tá bão!
ps2: editado o ano do Karftwerk. Valeu Carlos! (que honra tua visita aqui!)
O lugar do festival foi muito bom, banheiros limpos, lugar agradável, a pena é que é fora de mão total pra muita gente. Eu nunca vou de carro pra esses shows, mas dessa vez fui com um amigo meu. O preço do "estacionamento oficial" era uma facada pelo tanto de desorganização. Ficamos cerca de 1 hora só pra sair dele, o lado positivo é que, com essa demora toda, o trânsito nas imediações já tava bem tranquilo.
Agora, de volta à vida....
ps.: continuando a "tradição", um dia antes do meu aniversário vai ter show bom demais. 5 de abril, Beto Guedes no SESC Pinheiros, a 10 reais (a meia). Em 2001, 5 de abril, teve Mark Knoplfer. Em 2008, 5 de abril teve Black Label Society e Ozzy Osbourne. Continua assimq ue tá bão!
ps2: editado o ano do Karftwerk. Valeu Carlos! (que honra tua visita aqui!)
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