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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Um ano (título bem clichê)

Eu tinha um blog, lá pelos idos de 2002, em conjunto com dois amigos: Fabio e Flávia (era a Flávia mesmo a terceira componente?), que depois saiu e ficou o Toshio no lugar. Mas quem postava mais era eu e Fabio mesmo. Durou um bom tempo, acho que dois anos, até que ninguém mais postou e o blog foi desativado. Um tempo mais tarde, quando me estabeleci num trampo bom em Campinas, comecei outro. Isso foi em novembro de 2005, e durou até janeiro de 2009, quando mudei pra esse aqui. O primeiro tem o mesmo nome que esse daqui, e o segundo ainda tá ativo.

Então, faz um ano que tô nesse endereço, mas faz cerca de 8 anos que posto meus pensamentos na net. Já me disseram que sou muito corajosa e que escrevo muito bem. Não acho tudo isso, não, mas é legal ter um lugar virtual pra desabafar. Me surpreende ter gente que lê isso aqui, na verdade.

De qualquer modo, parabéns a um ano de um smarthead renovado, solitário e confuso, que me trouxe ótimas companhias e boas surpresas pra vida! Saúde!

domingo, 27 de setembro de 2009

50 anos

A gente, definitivamente, não consegue viver juntas por mais de 3 dias.
Mas ela é a primeira pessoa a quem recorro quando preciso de conselhos da vida.

Ela nunca entendeu meu papo de ser autônoma e não depender mais dos pais.
E, por isso mesmo, a cada 15 dias ela vai na minha casa e arruma tudo por lá, quando estou no trampo.

Eu nunca fiz questão de ir a médicos e odeio a idéia de pensar em consultas.
Mas, quando preciso mesmo ir, ela é a primeira pessoa que eu ligo pra me acompanhar. E ela responde que só tava esperando eu ligar pra ir junto.

Ela sempre entendeu quando eu ficava isolada no meu canto, quando eu demorava meses (literalmente) pra voltar de Campinas, quando eu resolvia ir pra Belém a passar as férias com ela. Ficava (e ainda fica) com ciúmes enormes dos meus amigos, mais ainda daqueles dos quais ela só ouve o nome e não sabe quem é pessoalmente. Mas sempre soube administrar e esquecia disso quando eu voltava pra casa querendo conversar.

Por essas e muitas outras, parabéns pra minha mãe de sangue!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Começo de ano novo

Tem tanta coisa acontecendo na vida que é difícil pensar em um minimo planejamento da vida nova. Hoje faz 26 anos que tô nesse mundo, e sempre que faço aniversário fico pensando na vida. Nesse foi diferente. Não que não tenha coisa pra pensar. Aliás, tenho excesso de coisas e não tô conseguindo sequer organizar meus pensamentos. Incrivelmente, as fugas sempre tem espaço.

Enfim.

Eu consegui um trampo bacana, trabalho num bairro fino, mas mesmo assim, com pessoas muito boas e dispostas a me ajudarem.

Meu pai foi demitido, e de repente virei a única fonte de renda em casa. Nada de morar fora, nada de aproveitar minha grana com cerveja e barzinhos. O lance é guardar, aturar a família em casa e fazer o melhor possível pra eles.

O meu escritório (meu e de mais 3 pessoas) vai indo super bem, com muita coisa em vista, mesmo que em termos de concursos. Estamos mais afinados, e mais condizentes. Só tende a melhorar com o tempo.

Consegui encontrar amigos do tempo da Federal, depois de muito tempo sem vê-los. E feliz de ver que tá todo mundo muito bem, e que parecia que tínhamos nos visto ontem.

A FeNEA tende a acabar, mas ando conversando bem com novos diretores. Alguma semente eu tô plantando. A esperança é a última que morre. Daqui a uns 10 dias temos um EREA pela frente, e daqui a uns 15 dias tenho uma plenária pra levar. A minha afinidade com a outra Regional só aumenta, e isso que me mantém. Me orgulha de ter durado até agora pra ter mais uma amizade pra vida inteira. Me orgulha ter certeza de que nosso trampo tá sendo bem feito, e com amor. Voltei a chorar por causa dela, hehe.

Os shows de música continuam muito bem também. Beto Guedes, a última aquisição, foi perfeita como presente de aniversário. (recomendo: A Página do Relâmpago Elétrico, clássico da música brasileira).

Tudo isso aí em cima merece muita reflexão de minha parte, mas que por enquanto tô deixando rolar. Coisa que alguns anos atrás não deixaria por aí. Talvez tenha finalmente cansado de tentar dar um rumo às coisas. Talvez tenha perdido a paciência de ficar analisando horas isso tudo.

Sei lá.