sábado, 21 de fevereiro de 2009

O meme mais legal da galáxia [3]

Diz a lenda que o jogo é assim: "É fácil: Pegue todas as suas referências sobre personagens do mundo e monte um time de futebol. Isso, aplique toda sua experiência de estádio/sofá e imagine todos aqueles caras, mulheres ou wookies mais fudidos e coloque-os para disputar uma peladinha."

Demorou, mas como fui incumbida de fazer parte (ver aqui), tá aqui a resposta.
Antes disso, vale a pena ver esses dois links, que de repente serviram de base a esse joguinho: este é de um vídeo do Monthy Python, com um time de filósofos da Grécia contra os da Alemanha. Como é do Monthy Python, vale demais a pena ver. Esse outro é um pebolim com o time do inferno e do céu. Pra se ter uma idéia, o do céu tem Madre Tereza de Calcutá e o do inferno tem Hitler. Sacada muito boa!

Vamos lá:
Gol: Homem Aranha [nada de truculência e gigantes no gol, o importante é ter flexibilidade e bom humor para aturar possíveis falhas da zaga, além de ajudar a restabelecer o futebol-arte, tão em falta nos dias de hoje]





Zaga: Hulk [aí sim, na zaga tem de ter alguém que imponha respeito e tenha fibra e garra. Ou alguém já viu zagueiro magrelo e sem respeito se dar bem em algum time, mesmo aqueles de várzea? E além disso, antes que alguém reclame, o Hulk é sim ágil quando se precisa, e não um brutamontes imóvel]












Meio-de-campo: Nico (Fugitivos), Capitão América, Kurama (Yu Yu Hakusho), Raito (Death Note) e Victor (Fugitivos) [o meio de campo é onde as jogadas tomam forma, e nada melhor que Kurama e Raito como estrategistas e cabeças pensantes das jogadas, Victor com a ginga latina tornando-se de difícil marcação, Nico e Capitão América como os que colocam em prática as jogadas. Capitão América surge também com o trocadilho e é o capitão do time, alguém pra impor respeito dentro e para o time]



Laterais: Mercúrio e Speedball [sempre achei que os laterais são sub aproveitados e, por tabela, pouco contribuem a um jogo exceto na cobrança de laterais e escanteios. Com Mercúrio e Speedball, a figura muda de caráter e eles assumem a posição de dar agilidade, muita agilidade e maior dinâmica nas jogadas. Além de serem suficientemente arrogantes a ponto de acharem que mandam no time, o que os tornam perfeitos para todo mundo sacar a importância das laterais.]



Ataque: Morte (Sandman) e Kitty Pryde (X-Men) [duas figuras aparentemente sem importância em seus mundos, que ninguém se lembra exceto nas horas decisivas. Não há coisa melhor que fator surpresa no ataque. Além de serem extremamente sarcásticas e irônicas, com o humor que se precisa para enfrentar zagueiros adversários]




Demorei pra escrever isso aqui porque queria desenhar o time, mas a vida ficou meio que corrida demais por aqui...além da preguiça inerente.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Resumo dos últimos dias

Um breve resumo de minha vida atual:

. Sábado, dia 07/02, foi minha colação de grau e festa de formatura. Muita choradeira, muita nostalgia, mas também muita bebida. A colação foi muito bacana, os discursos dos homenageados foram muito bonitos. O almoço no Nono foi bem divertido, um monte de parentada reunida, com bastante interação. Meus pais acabaram conhecendo um pouco mais sobre meus sócios e amigos. A festa foi espetacular, muitos jurando que foi a melhor festa de formatura que foram. Muita bebida, muita comida, muitos amigos reunidos, muita dança, muita conversa. Meus pais adoraram, e isso que me importa mais. Acordei às 8:00 pra colação e fui dormir às 5:00. Ótimo penúltimo dia de Campinas!


Os 02 que se formaram: Tiago, Duda, San, Maikol, eu, Fabi e Marina.

Eu e meus pais na parte de homenagem a eles.

Almoço no Nono. Ilustre presença da Dé e foto de Giuliano.
Eu e Maíra. Grata surpresa no último ano de Campinas.

A Estação FEPASA, lugar da festa.

. Domingo, dia 08/02, fiz a mudança parcial de Campinas. Meus pais me ajudaram a trazer as roupas, mas ainda ficou bastante coisa por lá. Foi difícil me despedir de minhas duas amigas de casa. Mesmo com pouco tempo de convivência, parecia que nos conhecíamos a uns 6 anos. Vai ficar marcado por bastante tempo.....

. Segunda, dia 09/02, primeiro dia inteiro em SP. Quase não aguentei. Muito esquisito ficar na casa dos pais depois de 7 anos vivendo fora. Só fiquei em casa nesse dia porque no dia seguinte ia fazer endoscopia, logo, tinha de ficar em jejum.

. Terça, dia 10/02, acordar às 6:00 pra fazer endoscopia às 8:00. Nunca recebi tanto sedativo prum exame tão tosco e rápido. Dormi das 9:00 às 10:30 lá no HC, dopada, e fui com minha mãe almoçar com minha irmã no centro. Engraçado ver minha irmã sair do trabalho....Logo depois, contatei meu amigo baiano pra ver se ele tava no centro, e pra minha alegria consegui me encontrar com ele. Vi algumas apresentações de TFG na Escola da Cidade e fui dormir na casa do padrinho, chegando de surpresa lá. Muitas histórias, muita conversa, muitos risos, como sempre. Muito bom matar saudades...

. Quarta, dia 11/02, acordamos cedo pra poder colocar coisas pessoais em ordem e aproveitar mais o dia. Mais um dia de TFG visto, dessa vez de um amigo muito querido que foi muito bem. À noite, reencontro com um amigo de Campinas que tá trampando aqui e mais uma amiga que estudou na UNICAMP e foi pra USP. Muitas histórias, muita cerveja. E aí, sim, ir pra casa, chegando à meia-noite.

. Quinta, dia 12/02, tava determinada a ficar em casa e descansar um pouco. Nem deu tempo de pensar nisso: 11:00 uma amiga me liga dizendo que ia ver o terceiro dia de TFG na mesma escola e que queria me ver. Metade por obrigação, metade por saudade, lá fui eu, e não deu pra se arrepender. Mais histórias, mais projetos de Arquitetura vistos, mais cerveja. Como era o último dia de banca, a galerinha conhecida ficou no bar tomando bastante. Foi massa demais conhecer melhor aquelas pessoas que antes só cumprimentava porque eram amigos de amiga minha. Logicamente, sai tarde do bar e cheguei novamente à meia-noite em casa.

. Sexta, dia 13/02, dia de resolver pendências pessoais. Encontrei dois sócios no centro (de novo) e fomos no CREA obter o registro. Muito atraso de minha parte, muitos rolos, muita caminhada, muitos pepinos pra resolver. No fim, tudo mais certo que o imaginado. Em 30 dias, carteinha do CREA na mão. Voltas na galeria do Rock, mais um sócio no passeio, e cerveja na Paulista com mais duas amigas que também estão de volta a capital. À noite, estadia na casa de nossa amiga.

. Sábado, dia 14/02, reunião e acertos de vários concursos pendentes. Café da manhã reforçado, muito desenho, muita conversa, muitas risadas. Pena que não tem foto disso....Às 20:00, ida pra casa, de onde escrevo agora.

Pra uma primeira semana em casa, mantive a rotina de não ficar em casa, hehe. Minha mãe não curte muito a idéia, mas acho que agora me sossego mais e resolvo mais coisas por aqui ainda. A não ser na segunda, quando tenho de ir no banco e, de quebra, passear mais pela cidade.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Livros de graça

Na onda da postagem abaixo, sobre quadrinhos, aqui vai dicas de onde achar livros de graça na net. E, melhor ainda, de modo legal. Não que eu seja politicamente correta, mas já que existe essa via, não custa usar.

Não sei se todos sabem, mas uma obra artística adquire o caráter de "público" após 70 anos da morte do autor ou da divulgação da obra. Isso pela lei brasileira, mas que se estende a obras mundiais também. Desse modo, as músicas dos Beatles, por exemplo, poderão ser usadas livremente lá pelos anos de 2035. Mas as músicas de Mozart, por exemplo, já podem ser baixadas sem o problema de ser crime.

Voltando aos livros, há dois sites fundamentais pra baixar as obras de domínio público, e que já quebram um galhão sem precisar de outras pesquisas. Obviamente, se vc souber ler em inglês, tuas chances de achar um livro bacana crescem consideravelmente.

Um site é o do Domínio Público do governo brasileiro. Lá tem toda a obra de Machado de Assis, Eça de Queiroz e todos esses autores que muita gente se sente obrigada a ler por causa dos vestibulares, mas que eu li muito tempo antes de precisar. E lá tem também os hinos brasileiros pra baixar, em trocentos jeitos de orquestrações.

O outro é o do Projeto Gutenberg, com prioridade às obras clássicas ocidentais, a maioria em inglês. Há os tradicionais formatos em texto e algumas obras em áudio. Foi lá que achei e baixei todas as obras literárias que são referência da "A Liga Extraordinária". A idéia do Projeto Gutenberg é bem simples: digitalizar todas as obras de literatura que tenham o caráter público, de acordo com a legislação de cada país. E digitalizar em formatos de leitura que qualquer um tenha acesso à leitura digital. Portanto, nada de arquivos em .pdf, somente em arquivos .txt mesmo, bem simples e mais leve que .doc. E mais livre também. O acervo deles conta com cerca de 20 mil obras, o que não quer dizer 20 mil títulos, já que o mesmo livro pode ter traduções para várias línguas.

Só resta pesquisar nestes sites e se divertir bastante.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

A Liga Extraordinária


Esses dias tava revirando minhas tralhas aqui, e contei 25 cd’s de gibis. Pra quem não sabe, sou apaixonada por gibis, de qualquer tipo, desde que tenham boas histórias. De mangás a quadrinhos brasileiros. E, também, pra quem não sabe, eu baixo gibis pela net pata guardá-los em formato digital. Talvez eu me esconda por trás do discurso de preservação digital, mas provavelmente seja mais aceitável dizer que sou pirata mesmo e que baixo pelo simples motivo que nunca vou ter grana pra comprar todos os gibis que gosto. Fora que o espaço físico em cd’s é infinitamente menor que os gibis de formato tradicional (tenho em casa uma gaveta de mais ou menos 0,50x0,50x0,30m, cheio de gibis, que as traças às vezes resolvem se alimentar deles).

Seja como for, tenho muito gibi guardado em cd’s, e quando tenho algum tempo sobrando leio eles em casa. Ou quando tinha um projeto travado a ser entregue no dia seguinte. E nessa semana decidi finalmente ler A Liga Extraordinária (The League of Extraordinary Gentlemen, no original), que eu tinha sempre reservado um tempo mas nunca conseguia ler inteiro. Descobri que só tinha o volume 1 baixado, em português, e já baixei o volume 2 (e também o 1, ambos em inglês, a serem lidos mais tarde).

Trata-se de um grupo de outrora heróis da Coroa Inglesa, com seus feitos contados em livros, e que são “recrutados” para resolverem mais um mistério para salvar a Inglaterra. A narrativa se passa na Inglaterra do fim do século XIX, bem na época da partilha e colonização da África pelas nações européias. O que mais me animou a ler não foi a história em si, mas sim a idéia de uso dos personagens, todos retirados de clássicos da literatura inglesa. Eu, infelizmente, não tenho essa cultura de ler clássicos ingleses, e foi esse gibi que me motivou a lê-los. Pra não ficar no devaneio puro, os personagens são:

- Mina Murray, de “Drácula” (Bram Stoker)

- Allan Quatermain, de “As minas do Rei Salomão” (H. Rider Haggard)


- Capitão Nemo, de “Vinte mil léguas submarinas” (Julio Verne)


- Henry Jekill/Edward Hyde, de “O médico e o monstro” (Robert Louis Stevenson)


- Hawley Griffin, de “O Homem invisível” (H. G. Wells)


Na trama, Mina é responsável por recrutar os integrantes do “zoológico” (como acabam denominando o grupo, no início, pelas aberrações que teriam de chamar), junto com a ajuda de Nemo e seu Nautilus, a mando do Serviço de Inteligência britânico. No volume 1, o único que li até agora, seguem-se 3 partes: o recrutamento do pessoal, no qual a gente vai conhecendo a índole de cada um; o conhecimento do caso; e a sua conclusão. Falar assim pode fazer despertar pouco interesse, mas eu, só de saber que a idéia é reunir clássicos da literatura para resolver mistérios, com muita ação e aventura, já teria muita vontade de ler. E, talvez, tenha faltado um fator prinordial para aguçar a curiosidade: tudo foi escrito pelo brilhante Alan Moore, o mesmo de “Watchmen” e “Do inferno”, pra ficar nos melhores. O desenho fica a cargo de Kevin O’Neill e, embora não conhecesse ele, o resultado é fantástico. Desenho limpo, com detalhes fascinantes e planos de enquadramento fora do convencional.

No volume 1 ficam algumas pontas a serem aparadas, principalmente em se tratando da própria personalidade dos personagens, e talvez alguns dos “mistérios” se resolvam no volume 2, como por exemplo o interesse do grupo em saber porque Mina faz parte do grupo, já que aparentemente não tem um passado tão explicitamente controverso ou característico dos demais (embora haja algumas insinuações quanto a sua história no decorrer do volume 1).

Quem já leu os clássicos de onde foram retirados pode ter maior propriedade para falar sobre as caracterizações de cada personagem. Pra mim, ficou bem bacana e super condizente com a época retratada. Resta ler e reparar qual foi a visão de Alan Moore ao escrever as histórias.

E, só pra finalizar, eu não vi o filme baseado nos quadrinhos, de mesmo nome, mas sempre ouvi e li críticas bem ruins, como descaracterização dos personagens e efeitos especiais péssimos. O que me agradou bastante foi que, por razões mercadológicas, um personagem norte-americano foi incluso na Liga: Mark Twain, de “As aventuras de Mark Twain”, para que o público norte-americano tivesse alguma afinidade para ver um filme só com heróis ingleses. Me agradou porque foi uma alteração que pelo menos seguiu a lógica de Moore. De resto, já não me animava muito ver o filme, mas agora sabendo da história, é provável que eu veja só pra ver como ficou.

UPDATE: Não dá pra ficar só na leitura do Volume 1. O Volume 2 é indispensável pra ver como ficam as relações entre o pessoal da Liga. Antes de ler, ou depois, recomendo ir atrás da história sobre a invasão marciana na Terra, por Orson Wells, na década de 1930, e também ir atrás do livro "A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Fim da rotina campineira

Estou a poucos dias de deixar a cidade de Campinas.

As novas moradoras da casa já foram escolhidas e aceitas (quase um processo seletivo, hehe), os amigos de bar daqui já estão devidamente instalados na capital, o novo escritório vai bem, começando a participar de alguns concursos. No escritório atual, vou passando aos poucos o que sei e aprendi de iluminação nesses 5 anos de estágio nessa área.

Difícil não ser saudosista e um tanto nostálgica. Passar quase 1/4 da vida nessa cidade não me fez virar campineira, mas me fez gostar um pouco mais daqui, e me fez ver que a cidade tem um puta potencial pra ser uma cidade bacana. Idéia essa que não vinga pelos moradores-mandantes e do governo local. Paciência.

Mas, mais do que apreender e estudar a cidade, aprendi muito sobre minha vida, sobre os amigos, sobre como levar a vida. Não sei como seria minha vida se eu tivesse estudado em SP e não tivesse essa oportunidade de viver por mim mesma, dependendo mais de mim do que dos meus pais, mas não me arrependo nem um pouco de ter vivido aqui, e principalmente, ter vivido desse jeito. Sem amarras familiares, sem amizades de tempos atrás, porém mais livre.

Etapa campineira passando. Etapa capital voltando. É minha vez de cair no mundo e fazer história. Com saudades da vida estudantil, com medo de encarar a vida sem emprego em meio a uma crise econômica mundial. Talvez não seja a melhor idéia do mundo sair de um emprego fixo nesse momento, mas é o risco que quero correr. Porque Campinas pode ser uma ótima cidade, mas nada se compara com a beleza e a vida um tanto esquizofrênica de São Paulo.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Rio das Pedras

Deu vontade de escrever sobre Rio das Pedras.

Rio das Pedras é uma cidade de mais ou menos 30 mil habitantes, a cerca de 20 quilômetros de distância de Piracicaba, a maior cidade perto por lá. Atualmente, mesmo com o crescimento da cidade desacelerado, eu vejo Rio das Pedras mais como um bairro de Pira, tanto pela proximidade quanto pela questão econômica e política.



Desde que me conheço por gente e até meus 15 anos, todo mês de julho e todas as férias de fim de ano eu passava nessa cidade, na casa da minha avó. A base da minha família é de lá, sendo que hoje em muita gente espalhada pelo estado. Os únicos que ficaram lá e que eu sempre visito são meus tios e minha avó por parte de mãe.

Mas deu vontade de falar de lá por causa da última "novidade". Passei o Natal lá, depois de um ano de ausência, e me deparo com esta maravilha arquitetônica, logo na entrada da cidade.



Não sei exatamente pra que serve, os 3 blocos tem porta de entrada e aparentemente não há nada lá dentro. Não há exposição, nem algum uso aparente. Poderia servir de uma mega lan house, ou sede de alguma secretaria de governo, se não fosse por um porém: é tudo envidraçado. E lá a média de temperatura é de 30 graus. Então, fica impraticável usar de algum modo essas aberrações.

E isso me fez pensar se por acaso a prefeitura não precisa de um arquiteto, ou alguma consultoria permanente. Porque está claro que isso não foi feito por arquitetos, e, se foi, dá pena e vergonha alheia. De alguém que faz um trambolho desse sem conhecer a cidade, sem conhecer o básico de arquitetura. E é por essas e outras que nossa profissão segue tão mal falada....

Enfim, tirando essa tosqueira, Rio das Pedras tem ótimos exemplares de arquitetura colonial. Na época de ouro do açúcar, a cidade contava com muitas usinas. Hoje, muitas delas estão desativadas e abandonadas. A de baixo aí é a de Bom Jesus, que se não me engano, empregava metade da população em meados do século XIX.



Fora isso, há inúmeras casinhas coloniais que foram desfiguradas totalmente ou então abandonadas. A maioria das abandonadas estão no caminho para Saltinho.

Além da arquitetura, a cidade é cercada por campos de plantação de cana-de-açúcar. Lembro que a gente, crianças na época, crescemos "roubando" cana-de-açúcar pra fazer suco ou mastigar a seco mesmo. Tradição essa que não existe mais na meninada da cidade atualmente...Por causa das plantações e da economia essencialmente canavieira, a cidade é conhecida como "cidade doçura", alcunha esta só famosa na região mesmo.

Um outro fator importante, ainda em relação à economia, é que uma das fábricas da Arcor (fabricante de doces em geral) está na cidade desde que me entendo por gente. É importante porque meu tio e minha avó já trabalharam lá, e a cesta de Natal deles era o sonho de consumo de qualquer criança. Balas, pirulitos, chicletes....tudo pra gente. Parece que é uma das maiores fábricas da empresa, e referência mundial. Pra mim, só interessava que era a fábrica que fazia o bolin-bola e as tortuguitas....

ps.: as fotos, exceto a primeira, são do flickr do Daniel Guiso. 90% de certeza que ele é rio-pedrense, pelas fotos bonitas que tirou dessa cidade que ninguém conhece...

UPDATE: Contatei Daniel Guiso pelo flickr, porque não tinha pedido autorização para usar as fotos dele, embora tenha creditado. Muito amável, ainda comentou sobre o "post" e me deu mais informações sobre a aberração arquitetônica de lá. Valeu!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O que se aprende com video games

Nas horas vagas fico lendo vários blogs por aí. A maioria de cultura inútil e de zoeira. Às vezes também me pego lendo gibis online, ou tiras de jornal.

Nessas andanças pela net, achei um tópico muito bom no blog Caixa Pretta. É um que fala das coisas que se aprende quando joga videogame....não dá pra não rir ou tentar perceber em alusão a qual jogo eles tão fazendo.

O link direto é esse daqui. Vale a pena demais, inda mais se vc teve uma infância regada a atari, master system, nintendo, mega drive e/ou fliperamas.